A cidade de Maxixe vai voltar a dispor de uma ponte e cais para
travessia da baía de Inhambane, estrutura destruída por um ciclone há um
ano, anunciou fonte governamental.
A travessia em pequenos barcos é usada diariamente por cerca de três mil pessoas, com riscos para a sua segurança.
O
ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, lançou hoje a
primeira pedra das obras de reabilitação financiadas no quadro da
cooperação com o governo japonês num montante de cerca de 36,8 milhões
de meticais (480 mil euros).
A reconstrução, a decorrer nos
próximos meses, vai permitir a atracagem de barcos mais robustos e de
maior dimensão, "reduzindo a pressão sobre as pequenas embarcações que,
com muito sacrifício, asseguram, neste momento, a mobilidade de pessoas e
bens", refere o Ministério em comunicado.
A obra vai permitir também a circulação noturna na baía.
Até agora, a única opção à noite tem sido contornar a baía por terra.
A debilidade de pontes e cais em Moçambique tem saído cara em
vários pontos do país, onde viagens em embarcações precárias são a única
alternativa.
Na última semana, oito pessoas morreram quando uma
embarcação a remos naufragou no rio Chipaca, Zambézia, ao fazer uma
travessia de algumas dezenas de metros, num local onde existiu uma ponte
que desabou.
No mesmo local já outras cinco pessoas tinham morrido em 2017
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